BOIPEBA, MORERÉ E CAIRU, LUGARES ENCANTADOS DA BAHIA

A Ilha de Boipeba fica ao lado da de Tinharé, onde está o Morro de São Paulo. Uma está separada da outra por um canal de rio. Em Boipeba está a Praia de Moreré, uma das joias do litoral brasileiro.

Praia de Moreré.

Praia de Moreré.

Moreré é uma enseada de águas mornas e calmas, cercada de recifes que formam um incrível conjunto de piscinas naturais proporcionando um banho de mar excepcional e relaxante, onde se pode praticar “snorkel” e mergulho com garrafa.

As piscinas naturais de Moreré.

As piscinas naturais de Moreré.

Na praia algumas poucas barracas servem a melhor lagosta e o melhor camarão gigante da região. A lagosta é famosa e fresca. Nos dias mais concorridos, é bom chegar cedo pois o manjar pode acabar, afinal de contas todos os passeios para a Ilha de Boipeba passam em Moreré e desejam a famosa lagosta.

As poucas barracas da Praia de Moreré.

As poucas barracas da Praia de Moreré.

Praia de Moreré.

Praia de Moreré.

Saindo de Moreré chegamos de barco ao vilarejo de Boipeba, que fica perto da barra do Rio do Inferno (a saída do estuário do Rio Una, onde ficam as três ilhas – Tinharé, Boipeba e Cairu). Só se entra na barra com barcos de calado pequeno, pois os bancos de areia são muitos, e rasos.

Chegando a Boipeba.

Chegando a Boipeba.

A vila de Boipeba é bem pequena, um povoado de pescadores mas que tem algumas infraestrutura, com pousadas e restaurantes.

A vila de Boipeba.

A vila de Boipeba.

A partir de Boipeba entramos no Rio do Inferno e seguimos os canais traiçoeiros, cheios de bancos de areia rasos, até a Ilha de Cairu. No encontro das três ilhas (Tinharé, Boipeba e Cairu) existe um barco de cimento permanentemente ancorado que cria e serve ostras frescas e outros petiscos.

Entrando no Rio do Inferno.

Entrando no Rio do Inferno.

O Portal das Ostras.

O Portal das Ostras.

O lugar é realmente inusitado. Um serviço simpático, amável e cordial. Siris, caranguejos, peixes e ostras estão vivos a espera dos clientes, É só escolher que eles preparam na hora. Impossível não lembrar disso para o resto da vida.

Ostras recolhidas na hora.

Ostras recolhidas na hora.

Beijupirás vivos.

Beijupirás vivos.

Caranguejos vivos.

Caranguejos vivos.

Depois do banquete seguimos adiante pois o destino era Cairu, uma pequena cidade sede de um dos poucos municípios arquipélagos brasileiros. O município de Cairu possui 26 ilhas, cujas mais importantes são Tinharé, Boipeba e Cairu. Ficam no estuário de Rio Una, que se desdobra em vários braços, dentre eles o Rio do Inferno.

Chegando a Cairu.

Chegando a Cairu.

A sede do município tem uma importância histórica. Foi fundada em 1610, é um dos municípios mais antigos do Brasil e sempre foi considerada uma área bastante protegida, pela dificuldade de acesso por mar.

Casarão colonial em Cairu.

Casarão colonial em Cairu.

As principais heranças históricas são as duas igrejas da Cidade Alta: A Igreja do Rosário e o Convento de Cairu, com uma imponente fachada barroca, de onde se tem uma belíssima vista dos braços de mar que separam a Ilha de Tinharé da de Boipeba.

A belíssima fachada do Convento de Santo Antônio em Cairu.

A belíssima fachada do Convento de Santo Antônio em Cairu.

O Convento Franciscano de Santo Antônio possui também imagens de santos espetaculares e azulejos portugueses ainda muito bem preservados.

Imagem de São Joaquim no Convento de Santo Antônio.

Imagem de São Joaquim no Convento de Santo Antônio.

Detalhes da sacristia do Convento de Santo Antônio.

Detalhes da sacristia do Convento de Santo Antônio.

Saímos de Cairu e continuamos a dar a volta na Ilha de Tinharé até chegar à Gamboa do Morro, a baía abrigada, já na base do Morro de São Paulo, onde a maior parte dos barcos ficam ancorados.

Gamboa do Morro.

Gamboa do Morro.

Com umpouquinhodecadalugar

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